Clínica Croce
Endocrinologia com foco em osteometabolismo em São Paulo

Osteoporose, osteopenia e alterações do metabolismo ósseo

A osteoporose é uma condição silenciosa, mas pode aumentar o risco de fraturas. O cuidado adequado exige uma avaliação individualizada, que considere a densitometria óssea, a história clínica, os fatores de risco e possíveis causas secundárias.

✔ Avaliação de osteoporose e osteopenia
✔ Investigação de causas secundárias
✔ Estratificação de risco de fratura
CRM-SP 211049 | RQE 85541
Dra. Isabela Januário - Endocrinologista
Dra. Isabela JanuárioEndocrinologista com foco em osteometabolismo, osteoporose e doenças ósseas metabólicas.
Você não está sozinho

Osteoporose costumaser silenciosae esse é o problema.

Na maioria das vezes, a osteoporose não causa dor óssea nem sinais evidentes. Muitas pessoas só descobrem a condição após uma fratura ou em um exame de densitometria óssea.

Quando a dor aparece, geralmente está relacionada a fraturas osteoporóticas, especialmente vertebrais, ou a alterações secundárias em casos mais avançados, como perda de altura, cifose e sobrecarga musculoesquelética.

A ausência de dor não significa ausência de risco
Fraturas vertebrais podem ser silenciosas
A densitometria precisa ser analisada com contexto clínico
Histórico de quedas e fraturas muda a conduta
Causas hormonais e metabólicas precisam ser investigadas
O risco real de fratura precisa ser estratificado
A avaliação adequada ajuda a identificar fragilidade óssea antes que aconteça uma fratura. O objetivo da consulta não é apenas “olhar o exame”, mas entender o risco real e definir a melhor estratégia para o seu caso.
Quando procurar avaliação?

Quando procuraravaliação emosteometabolismo?

Você pode se beneficiar de uma avaliação médica especializada quando há diagnóstico, fatores de risco ou histórico que indiquem maior chance de perda óssea e fraturas.

Osteopenia ou osteoporose

Quando o exame já indica perda de massa óssea e precisa ser interpretado com contexto.

Fratura após queda leve

Fraturas por trauma leve podem indicar fragilidade óssea e exigem investigação.

Perda de altura

Pode haver suspeita de fratura vertebral, mesmo sem dor evidente.

Pós-menopausa

Especialmente quando existem fatores de risco associados à perda óssea.

Uso prolongado de corticoide

Alguns medicamentos podem aumentar o risco de osteoporose secundária.

Histórico familiar

Fratura de quadril ou osteoporose na família pode elevar o risco individual.

Doenças associadas

Algumas condições hormonais, renais, intestinais ou reumatológicas afetam os ossos.

Reavaliação terapêutica

Para quem já usa medicação e precisa revisar tempo de uso ou transição.

Estratificação de risco

O tratamento começacom uma boaestratificação de risco.

A osteoporose não deve ser tratada como uma condição única. Duas pessoas com o mesmo resultado de densitometria podem ter riscos de fratura muito diferentes.

Idade, histórico de fraturas, risco de quedas, uso de medicamentos e presença de outras doenças podem mudar completamente a decisão terapêutica.

  • Revisão da densitometria óssea
  • Análise de fraturas prévias e risco de novas fraturas
  • Investigação de causas secundárias
  • Avaliação de cálcio, vitamina D, paratormônio e outros exames quando indicados
  • Análise de medicamentos em uso
  • Orientação sobre atividade física, cálcio, vitamina D e prevenção de quedas
  • Definição do melhor tratamento medicamentoso, quando necessário
O que muda o resultado

O cuidado certovai além detomar cálcio.

O que costuma ser insuficiente

  • Tomar cálcio sem saber se há indicação
  • Tratar apenas o número da densitometria
  • Ignorar fraturas prévias ou causas secundárias
  • Suspender ou trocar medicações sem planejamento
  • Achar que osteoporose é apenas “normal da idade”

O que faz diferença

  • Avaliação global do risco de fratura
  • Investigação da causa da perda óssea
  • Escolha adequada entre estratégias conforme o risco
  • Planejamento do tempo de tratamento
  • Acompanhamento da resposta terapêutica
  • Prevenção de quedas e novas fraturas

Principais situaçõesavaliadas emsaúde óssea

Osteoporose pós-menopausa

Relacionada à queda estrogênica após a menopausa, com aumento do risco de perda óssea e fraturas.

Osteoporose em homens

Muitas vezes subdiagnosticada. Pode estar associada ao envelhecimento, hipogonadismo, medicamentos, álcool ou doenças crônicas.

Osteoporose secundária

Quando a perda óssea está relacionada a outras doenças ou medicamentos, como corticoides, alterações da tireoide ou paratireoide.

Osteopenia

Nem sempre exige medicação, mas não deve ser ignorada. A decisão depende do risco global de fratura.

Fratura por fragilidade

Fraturas após queda da própria altura ou trauma leve podem ser sinal de fragilidade óssea.

Alto risco de fratura

Alguns pacientes precisam de estratégias mais intensivas, especialmente quando há fraturas múltiplas ou risco muito elevado.

Como funciona

Como funcionao cuidado emosteoporose

O tratamento é planejado com base no risco individual, nos exames, no histórico clínico e no contexto de vida de cada paciente.

Avaliação clínica completa

Revisão da história, fatores de risco, fraturas prévias, medicamentos em uso, doenças associadas e exames já realizados.

Investigação dirigida

Solicitação de exames complementares quando necessário, especialmente para investigar causas secundárias de perda óssea.

Definição do risco de fratura

A decisão terapêutica não depende apenas da densitometria. Durante a consulta, será explicado de forma clara o seu risco individual e como o tratamento pode ajudar a reduzi-lo.

Plano terapêutico individualizado

O plano pode incluir ajustes de cálcio e vitamina D, atividade física, prevenção de quedas e medicações específicas para osteoporose, quando indicadas.

Acompanhamento

O tratamento é monitorado ao longo do tempo, com reavaliação da resposta, adesão, efeitos adversos e necessidade de manutenção, pausa ou troca terapêutica.

O tratamento daosteoporose deveser planejado com cuidado.

Agende uma avaliação para entender seu risco de fratura e as opções mais adequadas para o seu caso.

Sobre a médica

Dra. IsabelaJanuárioCRM-SP 211049 | RQE 85541

Dra. Isabela Januário

Dra. Isabela Januário é endocrinologista, com residência médica em Endocrinologia e Metabologia pela Universidade Federal de Uberlândia, e doutoranda em Osteometabolismo pela Universidade Federal de São Paulo.

Atua na avaliação de pacientes com osteoporose, osteopenia, fraturas por fragilidade, alterações do cálcio, vitamina D, paratireoide e outras condições hormonais relacionadas à saúde óssea.

Seu atendimento é baseado em evidências científicas, com explicação clara, avaliação individualizada e cuidado centrado no paciente.

✔ Endocrinologia e Metabologia
✔ Doutoranda em Osteometabolismo
✔ Atendimento presencial em São Paulo
✔ Teleconsulta para pacientes elegíveis
Centro de atendimento

Ambiente pensadopara uma avaliaçãocom calma e clareza

Atendimento presencial na Clínica Croce, em São Paulo, na região do Sumarezinho.

📍 Rua Heitor Penteado, 477
📍 Sumarezinho - São Paulo
💬 Consulta particular
Tire suas dúvidas

Perguntas frequentessobre osteoporosee saúde óssea

Na maioria das vezes, não. A osteoporose costuma ser silenciosa e não causa dor óssea diretamente. A dor pode ocorrer quando há uma fratura, principalmente fratura vertebral, ou quando existe outra condição associada. Fraturas vertebrais osteoporóticas frequentemente são silenciosas, sendo descobertas apenas em exames de imagem ou manifestando-se como perda de altura ou cifose.
Sim. O tratamento tem como principal objetivo reduzir o risco de fraturas. A escolha depende da idade, histórico de fraturas, densitometria, exames laboratoriais, doenças associadas e risco individual.
Depende. Osteopenia não significa automaticamente necessidade de remédio, mas também não deve ser ignorada. A decisão depende do risco global de fratura, da presença de fraturas prévias e de outros fatores clínicos.
Nem sempre em forma de suplemento. A prioridade é garantir ingestão adequada, preferencialmente pela alimentação quando possível. A suplementação depende da dieta, dos exames e do contexto clínico. Suplementar sem indicação pode não trazer benefício.
Sim. Fraturas por fragilidade são um dos fatores mais importantes na avaliação de risco e podem indicar necessidade de tratamento específico, mesmo quando a densitometria não parece tão grave.
Sim. Exercícios de força, equilíbrio e impacto adequado podem ajudar na saúde óssea e na prevenção de quedas. A orientação deve ser individualizada, especialmente em pessoas com fraturas ou alto risco.
Não. Terapia hormonal pode ter papel em situações específicas, mas não é indicada para todos os casos. A decisão depende de idade, tempo de menopausa, sintomas, riscos e contraindicações.
Depende da medicação escolhida e do risco de fratura. Algumas medicações exigem reavaliação após alguns anos; outras têm tempo máximo de uso e precisam ser seguidas por outro tratamento para manter o ganho ósseo. Por isso, o acompanhamento é parte essencial do cuidado.
Após iniciar o tratamento, são feitas reavaliações periódicas para monitorar resposta, adesão, dificuldades com a medicação, quedas, novos sintomas ou fraturas, além da necessidade de repetir exames no momento apropriado.
Sim. Quando necessário, você poderá receber materiais de apoio com informações sobre sua condição, tratamento proposto e orientações práticas para o dia a dia. Isso ajuda a revisar as informações com calma após a consulta.

Cuidar da saúde ósseaé prevenir fraturase preservar autonomia.

A osteoporose não precisa ser tratada com pressa ou medo, mas também não deve ser ignorada. Uma avaliação cuidadosa ajuda a definir o risco real e a melhor estratégia para cada pessoa.

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